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...itália
 

DADOS PRINCIPAIS

Capital: Roma.
População: 57,3 milhões (censo de 2000)
Moeda:  Euro.
Nome Oficial: República Italiana (Repubblica Italiana)
Língua: O italiano é a língua oficial. Em diferentes regiões são falados dialetos.
As línguas alemã e ladina são faladas na região do sul do Tirol (que faz
fronteira com a Áustria). Fala-se francês em todas as zonas fronteiriças
desde a Riviera até à área a norte de Milão (fronteira com a França e a
Suíça). Fala-se alemão em volta da fronteira com a Áustria.
Religião: Católica romana (83%), minoria 17% protestante e outras religiões.
Eletricidade: 220 volts AC, 50 Hz.
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PARA ENTRAR NA ITÁLIA
A isenção de visto não exime os turistas brasileiros do cumprimento de algumas formalidades de entrada, a saber:

1) passaporte com validade superior a 06 meses;
2) Passagem aérea (ida e volta) com permanência máxima de 90 dias;
3) comprovante de alojamento;
4) seguro saúde (com cobertura de 30.000 Euros para caso de enfermidade ou acidente);
5) comprovante de meios financeiros para manter-se durante sua permanência no país.


Informamos que há novas leis em vigor no território italiano e o não cumprimento da mesma pode acarretar deportação daquele país, no momento mesmo do desembarque.
O Ministério das Relações Exteriores, pela Divisão de Assistência Consular, já deu o alerta: O viajante que estiver planejando ir à Itália a passeio deverá se enquadrar a regras mais rígidas para obter o carimbo no passaporte quando pisar em solo italiano.
As autoridades estão aplicando a lei italiana nº. 189/2002 que prevê, entre outros pontos, a adoção de critérios estipulados pela Diretriz nº. 64/2000 do Ministério do Interior, pela qual,
Os turistas oriundos de países não-membros da Comunidade Européia devem comprovar que dispõem de meios financeiros suficientes, segundo a tabela abaixo, seja uma viagem individual ou em grupo:

Comprovante de meios financeiros: para entrar em Itália, o cidadão brasileiro tem que comprovar possuir as seguintes quantias:

Duração da Viagem (máximo de 90 dias)




Duração da viagem

01 passageiro

02 passageiros (p/pessoa)

De 01 a 05 dias

€ 269,60 (Qtde mínima p/período)

€ 212,81 (Qtde mínima p/ período)

+ quantia diária por pessoa:

€ 44,93 (Quantia Fixa)

€ 26,33 (Quantia Fixa)

Mais de 20 dias

€ 36,67

€ 22,21

+ quantia diária por pessoa:

€ 51,64 (Quantia Fixa)

€ 25,82 (Quantia Fixa)

De 06 a 10 dias

€ 206,58 (Quantia Fixa)

€ 118,79 (Quantia Fixa)

De 11 a 20 dias

€ 27,89

€ 17,04

 
Exigências
São necessárias a apresentação de: bilhete aéreo de regresso ou comprovante de passagem para país não-membro da "Zona Schengen", além do comprovante de pagamento (OU VOUCHER DE SERVIÇOS) do hotel no qual se hospedarão.
Para aqueles que optarem pela hospedagem em casa de família ou amigos, a conduta usual aceita pelas autoridades italianas é o registro em cartório local, pela pessoa ou família hospedeira, de uma declaração que ateste o compromisso de acolher o turista ("Dichiarazione Sostitutiva dell'Atto di Notorietá").
Esse documento se destina a relacionar não somente os interessados, mas também a hospedagem, o fornecimento de alimentação e a cobertura de eventuais despesas médicas. Ao desembarcar em Roma, o turista deverá estar de posse do original desse documento.
Obs.:
Embora tais exigências não sejam aplicadas em todos os casos, é preciso que os turistas brasileiros estejam informados de que, caso não preencham as condições, estarão sujeitos a não ter seu ingresso autorizado na Itália e a serem sumariamente embarcados de retorno - sem sequer saírem do aeroporto - no primeiro vôo.


GEOGRAFIA
A Itália está situada na Europa e ligada a norte ao continente europeu. Ao norte, os Alpes separam a Itália da França, da Suíça, da Áustria e da Eslovênia.
As vinte regiões da Itália são a primeira subdivisão do país, tendo sido instituídas com a Constituição de 1948 com o objetivo de reconhecer, proteger e promover a autonomia local.
Cinco das vinte regiões possuem um estatuto especial (Friuli-Venezia Giulia, Sardenha, Sicília, Trentino-Alto Ádige, e Vale de Aosta), o que lhes garante mais autonomia para legislar sobre diversas matérias que não seja de monopólio do estado. Estas cinco regiões são autônomas por fatores culturais, lingüísticos e geográficos.
Cada região tem um conselho (consiglio regionale, na Sicília assemblea regionale) eleito e uma junta (giunta regionale) encabeçada por um presidente. A junta é responsável pelo conselho.

 

Regiões, Províncias e Conselhos da Itália.

 A Itália é um País que soube cultivar a grandeza das cidades menos conhecidas, dos burgos e das aldeias. Praticamente, não existe um local na Itália que se cale diante dos apelos da história, da arte, das tradições folclóricas e gastronômicas. 


Abruzzo
L'Aquila, Teramo, Pescara, Chieti

Basilicata
Potenza, Matera

Calabria
Reggio Calabria, Cosenza, Catanzaro, Crotone, Vibo Valentia

Campania
Napoli, Avellino, Salerno, Caserta, Benevento

Emilia Romagna
Bologna, Reggio Emilia, Parma, Modena, Ferrara, Forlì - Cesena, Piacenza, Ravenna, Rimini

Friuli Venezia Giulia
Gorizia, Pordenone, Trieste, Udine

Lazio
Roma, Latina, Frosinone, Viterbo, Rieti

Liguria
Genova, Imperia, La Spezia, Savona

Lombardia
Bergamo, Brescia, Como, Cremona, Lecco, Lodi, Mantova, Milano, Pavia, Sondrio, Varese Monza e Brianza

Marche
Ancona, Ascoli Piceno, Macerata, Pesaro e Urbino Fermo,

Molise
Campobasso, Isernia

Piemonte
Torino, Asti, Cuneo, Novara, Vercelli, Verbano - Cusio - Ossola, Biella, Alessandria,

Puglia
Bari, Taranto, Brindisi, Lecce, Foggia
Barletta - Andria - Trani

Sardegna
Cagliari, Sassari, Nuoro, Oristano, Medio Campidano Carbonia - Iglesias Ogliastra Olbia - Tempio

Sicilia
Agrigento, Caltanissetta, Catania, Enna, Messina, Palermo, Ragusa, Siracusa, Trapani

Toscana
Arezzo, Firenze, Grosseto, Livorno, Lucca, Massa Carrara, Pisa, Pistoia, Prato, Siena

Trentino Alto Adige
Bolzano, Trento

Umbria
Perugia, Terni

Valle d'Aosta
Aosta

Veneto
Belluno, Padova, Rovigo, Treviso, Venezia, Verona, Vicenza


Repubblica di San Marino
Repubblica di San Marino,




Norte de Itália: as regiões alpinas, a planície do rio Pó e os Apeninos Ligures-Etruscos. Piemonte e Vale de Aosta têm algumas das mais altas montanhas da Europa, excelentes para esportes de Inverno. Muitos rios correm das montanhas em direção à bacia do Pó, passando pela magnífica região dos Lagos italiana (Maggiore, Como, Garda). A bacia do Pó, que se estende para sul até às encostas dos Apeninos, está coberta de terraços de gravilha e de solos aluviais, sendo desde há muito uma das mais prósperas regiões de Itália. A este, onde o rio Pó deságua no Mar Adriático, as planícies são um pouco mais elevadas do que o próprio rio; diques artificiais (e ocasionalmente naturais) impedem as cheias.

Centro da Itália: a parte norte da península italiana. A Toscana tem uma paisagem diversificada com montanhas de picos gelados (os Apeninos Toscanos), campos verdejantes e uma extensa costa de praias, com ilhas ao largo da costa. A Marche, situada entre os Apeninos e a costa adriática, é uma região de montanhas, rios e pequenas planícies férteis. As regiões (distritos administrativos) de Abruzos e Molise, ainda mais montanhosas, são delimitadas pela Marche a norte e por Puglia a sul, e separadas do Mar Tirreno e a oeste por Lácio e Campanha. A Úmbria conhecida como o “coração verde da Itália”, é montanhosa, com grandes planícies, olivais e pinhais. Mais a sul fica Roma, a capital da Itália e a maior cidade. No seu interior situa-se a Cidade do Vaticano.

Sul de Itália: a Campanha consiste de planícies costeiras e montanhas baixas, que se estendem desde a baía Domizia até à Baía de Nápoles e ao longo de uma costa rochosa até á fronteira da Calábria. No interior, os Apeninos têm menor altitude, integrando-se no terreno ondulado em volta de Sorrento. As ilhas de Capri, Ischia e Procida no Mar Tirreno fazem também parte da Campanha. O sul é mais selvagem do que o norte, com quilômetros e quilômetros de olivais, bosques amenos e montes ondulantes. Puglia, o “calcanhar da bota”, tem uma paisagem de montes vulcânicos e pântanos isolados. A Calábria é densamente arborizada e esparsamente povoada. Os montes Calábrios são habitat de ursos e lobos.



AS ILHAS

Sardenha
Esta é a segunda maior ilha do Mediterrâneo. Grande parte da Sardenha longe das suas costas é uma paisagem quase lunar de penhascos e é em grande parte desabitada. Em anos recentes, tem sido feito um grande investimento em sua infra-estrutura turística, particularmente na zona do norte conhecida como a Costa Esmeralda e na costa oeste perto de Alghero. Esta é a única região da Itália sem auto-estradas. A língua falada na Sardenha está mais perto do latim do que o italiano moderno.
Cagliari, a capital, ergue-se num vale pantanoso no sul da ilha. Foi fundada pelos fenícios e subsequentemente expandida pelos romanos, que a conheciam pelo nome de Carales. Hoje é um movimentado porto comercial e sede da maior parte da indústria pesada da ilha.
As únicas outras cidades de alguma dimensão são Sassari, no noroeste perto da zona de estâncias em volta de Alghero, Nuoro, uma cidade agrícola na orla do maciço central, uma boa base de onde partir para explorar o interior; e Olbia, um porto de pesca e término de car-ferry junto à Costa Esmeralda.
Existem numerosos vestígios da Idade do Bronze na ilha, sendo os mais conhecidos as nuraghi - habitações circulares (por vezes cônicas) de pedra. A maior concentração destas habitações pode ser vista em Su Nuraxi, cerca de 80 km a norte de Cagliari.

Sicília
Estrategicamente situada entre a Itália e o norte de África, com solo fértil e ricas zonas pesqueiras costeiras, a Sicília sofreu invasões quase contínuas. Gregos, cartagineses, romanos, bizantinos, árabes, normandos, angevinos, aragoneses, Bourbons e, mais recentemente, os alemães (e os Aliados) durante a II Guerra Mundial - todos eles deixaram a sua marca nesta ilha única, a mais populosa do Mediterrâneo. A sua economia baseia-se na produção de cítricos, amêndoas, azeitonas, legumes, vinho (incluindo Marsala), trigo e feijão, juntamente com indústria extrativa, pescas (anchovas, atum, chocos e peixes-espadas) e a criação de ovelhas e cabras.
Palermo, a capital, é uma cidade magnífica em grande estilo, opulenta, vital, de arquitetura notável, sobretudo normanda e barroca. Os edifícios mais significativos incluem as igrejas de Martorana, Santa Maria di Gesu, San Giuseppe dei Treatini e San Cataldo, a Catedral e o Palazzo dei Normanni. As catacumbas no Mosteiro dos Capuchinhos contêm milhares de corpos mumificados.
Diz-se que Siracusa possui o melhor porto natural de Itália. A velha cidade situa-se numa pequena ilha mesmo ao largo da costa e contém muitos edifícios históricos. Arquimedes viveu e morreu lá.
Catania é uma cidade espaçosa datando do século 18, tendo sido reconstruída no seguimento de uma série de tremores de terra. O vulcão maior e mais ativo da Europa, o Monte Etna, ergue-se ali perto e com as suas belas praias a cidade atrai muitos visitantes.
Taormina, mais ao longo da costa, é uma cidade extremamente pitoresca. Empoleirada num penhasco donde de avista o Monte Etna, tem excelentes praias, um teatro grego bem conservado, um castelo e uma catedral.
Massina, um porto de muito movimento com um ancoradouro de águas profundas natural, foi quase todo destruída por um tremor de terra em 1908. A Catedral é uma reprodução exata da que foi destruída no cataclismo de 1908, que foi construída no século 11 pelo Rei Rogério.

A Sicília está repleta de ruínas de sucessivas culturas invasoras e uma listagem exaustiva de todos os locais importante ultrapassaria o âmbito desta página. Segue-se uma seleção representativa de locais e edifícios: a Catedral normanda em Montreale, contendo um acre e meio de magníficos mosaicos; numerosas ruínas gregas em Agrigento, que se diz estarem mais bem conservadas do que as da própria Grécia; o teatro grego em Siracusa; o enorme Templo de Apolo em Selinunte e as habitações bizantinas nos penhascos em Cava d-Ispica perto de Modica.
A Sicília está rodeada de muitas pequenas e atraentes ilhas, com excelentes condições para a pesca submarina. Estas ilhas são o Grupo Lipari (a própria Lipara, Vulcano, Pamarea e Stromboli), Ustica, Favignana, Levanzo, Marettimo, Pantelleria e Lampedusa.

CLIMA
O clima na Itália é bem quente no verão, principalmente no sul da península, com altas temperaturas noturnas; enquanto no norte da Itália, normalmente ocorrem tempestades. Os invernos são muito frios e úmidos no norte e nas regiões montanhosas. Na primavera e no outono, o Sirocco, um vento quente que vem da África, aumenta a temperatura da península.

NA ESTRADA
Rodovias: existem mais de 300 000 km de estradas em Itália, incluindo mais de 6000 km de auto-estradas que ligam todo o país. Os pedágios são cobrados segundo a distância, exceto os trechos Salerno-Reggio Calábria, Palermo-Catania e Palermo-Mazara Del Vallo que são gratuitos. As estradas secundárias também são excelentes e não têm pedágios. Os sinais de trânsito são internacionais.
Regras: o trânsito circula pela direita. Os limites de velocidade são 50 km/h nas zonas urbanas, 90 km/h nas estradas secundárias e 130 km/h nas auto-estradas. São proibidos máximos nas cidades e vilas, mas são obrigatórios na travessia de túneis. Todos os veículos têm que ter um triângulo vermelho de sinalização de perigo que pode ser adquirido nos postos de fronteira. Nota: as multas por excesso de velocidade e outras infrações são cobradas de imediato e particularmente pesadas.

FERIADOS

Data

Nome em português

Nome local

1 de janeiro

Ano novo

Capodanno

6 de janeiro

Epifania

Epifania

Variável

Páscoa

Pasqua

25 de abril

Dia da Libertação

Festa della Liberazione

1 de maio

Dia do Trabalhador

Festa del Lavoro

2 de junho

Dia da República

Festa della Repubblica

15 de agosto

Assunção de Nossa Senhora

Assunzione della B.V. Maria

1 de novembro

Dia de Todos os Santos

Ognissanti

8 de dezembro

Imaculada Conceição

Immacolata Concezione

25 de dezembro

Natal

Natale

26 de dezembro

Santo Estevão

Santo Stefano



HISTÓRIA – Resumindo muito...

O nome Itália vem da Roma antiga. Os romanos chamavam o sul da península italiana de Itália, que significa "terra de bois" ou "terra de pastos".
A Itália influenciou bastante o desenvolvimento cultural e social de toda a Europa mediterrânea, bem como teve muita influência sobre a cultura européia. Importantes culturas e civilizações existiam no país desde tempos pré-históricos. Importantes civilizações incluem a Magna Grécia e a civilização etrusca, que dominaram esta parte do mundo durante séculos, e especialmente o Império Romano, que estendeu seus limites sobre a maior parte do continente europeu, o norte da África e o Oriente Médio.
Após a queda do Império Romano do Ocidente em 476, a província italiana foi governada por uma série de reis bárbaros, até o século VI, quando os Estados Papais foram criados, com a capital em Roma, sob o comando da Igreja Católica Em 776, a Lombardia foi conquistada por Carlos Magno, que foi coroado imperador da Lombardia e do Sacro Império Romano-Germânico em 800, pelo Papa Leão III.
A partir de do século X, as cidades do norte da atual Itália passaram a ficar mais independentes entre si, tornando-se centros econômicos e políticos importantes. Elas tornaram-se cidades-estados, ao longo da Idade Média e do Renascimento, exerceriam grande influência sobre o panorama cultural e econômico do continente europeu. San Marino é um remanescente dessas cidades-estados.

A Itália tornou-se uma nação unida em 17 de março de 1861, quando a maior parte das cidades-estados foram unidas sobre o comando do Rei Vítor Emanuel II, do Piemonte. Os arquitetos da Unificação italiana foram o Conde de Cavour, o ministro-chefe de Vítor Emanuel, e Giuseppe Garibaldi, um general e herói italiano. Roma ficaria sob o comando do Papado por mais uma década até 20 de setembro de 1870. O Vaticano é um país independente, um enclave totalmente cercado pela cidade de Roma, e um remanescente dos antigos Estados Papais.
O governo ditatorial de Benito Mussolini, em 1922, culminou com uma aliança com a Alemanha e o Japão, e a conseqüente formação do Eixo, que levaria à derrota italiana na Segunda Guerra Mundial.
Em 2 de junho de 1946, um referendo resultou na abolição da monarquia, e a instalação de uma república, que culminou com a adoção de uma nova constituição em 1 de janeiro de 1948.
A Itália foi um membro fundador da OTAN, fundada em 4 de abril de 1949, e da União Européia, criada entre 1952 e 1958. Em 14 de dezembro de 1955, a Itália tornou-se um membro da Organização das Nações Unidas. O país, desde então, juntou-se à crescente unificação econômica e política da Europa Ocidental.

 

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